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Informativos



SENALBA/RS
Sindicato dos Empregados em
Entidades Culturais, Recreativas,
de Assistência Social, de Orientação e
Formação Profissional no
Estado do Rio Grande do Sul
Av. Dr. Carlos Barbosa, 608
Bairro Azenha - Porto Alegre/RS
Brasil - CEP 90880-000

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O SENALBA/RS é o Sindicato dos Empregados em Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social, de Orientação e Formação Profissional no Estado do Rio Grande do Sul. Um Sindicato com fundamento na democracia, na dignidade humana, nos valores sociais do trabalho, na pluralidade politica, de credo e legitimidade da ordem jurídica, para fins de representação legal - ativa e passiva -inclusive como substituto processual dos integrantes da categoria profissional, proteção, coordenação e estudo dos interesses individuais e coletivos da categoria profissional, bem como na busca da justiça e da paz social, colaboração com os poderes públicos e as demais associações classistas no sentido da solidariedade profissional e de sua subordinação aos legítimos interesses nacionais.

O SENALBA/RS comunica aos interessados que, por problemas elétricos, os telefones e, de modo geral, o sistema de informática e gestão de marcações de consultas e homologações estava inoperante nos dias 13 e 14 de fevereiro de 2014. As dificuldades já foram saneadas, estando em pleno funcionamento. Pedimos desculpas por eventuais transtornos.

     Negoc FIERGS

     Dirigentes que participaram das negociações

 

       O SENALBA/RS concluiu as negociações para assinatura de Convenção Coletiva sobre reajustamento salarial dos empregados das entidades do sistema industrial do Estado.  Serão beneficiados com os avanços conquistados os empregados da SESI, SENAI, FIERGS, CIERGS e Instituto Euvaldo Lodi.  O Piso Salarial foi fixado em R$ 4,30 por hora. O valor anterior era de R$3,77. Para um total de 220 horas, o valor fica em R$ 946,00, o que corresponde ao valor do Piso Regional. Para o aprendiz cotista, o valor de hora ficou em R$ 3,76 por hora, contra o valor anterior de R$ 3,30.

      O índice de reajustamento dos salários foi fixado em 6%, o que corresponde a 100% do INPC(5,56%) e mais 0,44% de ganho real. A negociação do sindicato com os empregadores assegurou outras vantagens importantes para os trabalhadores. Foi garantido o aumento no valor do  Vale Refeição de R$ 14,50 para R$ 15,60. O reembolso creche foi assegurado em R$ 194,00 para todos os filhos de até 54 meses de idade. Antes o benefício estava limitado aos filhos até 48 meses de idade.

      A convenção assegura ainda benefício de um dia por ano de ausência justificada em caso de necessidade de acompanhamento por problemas de saúde de filho menor de 12 anos ou deficiente e três dias úteis em caso de hospitalização. Assegura também ausência justificada de três dias em caso de hospitalização de cônjuge ou companheiro. O Presidente do SENALBA/RS, Antônio Johann, disse que o sindicato obteve ainda a garantia de atendimento do pleito quanto à contagem do aviso prévio proporcional. Ele afirmou que os SENALBAS aceitaram a contraproposta dos empregadores diante do compromisso de implantação do Programa de Avaliação de Performance, que terá um impacto de cerca de 2% sobre e folha de pagamento já reajustada no valor negociado. 

Elton Bozzetto - RP 10417

FSM

Dirigentes do SENALBA e jovens que trabalharam na divulgação

        Diretores do SENALBA/RS participaram de diversas atividades e debates do Fórum Social Temático.  Os dirigentes e pessoas ligadas ao sindicato integraram várias ações que movimentaram a Capital de 21 a 26 de janeiro.  Uma equipe de jovens ligada ao SENALBA/RS também contribuiu na distribuição de material alusivo ao evento, em vários pontos da capital, informando e sensibilizando a comunidade para o Fórum. As atividades que contaram com a presença do sindicato foram os debates no Espaço do Trabalho, as discussões sobre as questões ambientais e o fórum sobre "Ideias para o Brasil avançar".

      Uma participação expressiva aconteceu na Marcha de Abertura do Fórum Social Temático. Dirigentes do sindicato somaram-se a centenas de ativistas sociais que caminharam pelas ruas centrais de Porto Alegre, na programação organizada pelas centrais sindicais, movimentos e organizações sociais. O Presidente Antônio Johann estava acompanhados dos diretores Ricardo Romera e Rubem Léo Hahn. Johann salientou a importância do momento para um posicionamento claro diante da sociedade sobre a falta de políticas públicas que garantam os direitos dos trabalhadores, contra os juros que arrocham os salários e sobre a insensibilidade do Governo Federal para a Pauta Trabalhista.

      O Presidente da Força Sindical Nacional, Miguel Torres, disse que o Fórum Social tem uma importância singular no momento que o país está vivendo. "Temos um ano eleitoral, um ano de muitas mobilizações e o fórum tem a característica de definir as grandes bandeiras do movimento sindical. Temos que unificar os interesses dos trabalhadores representados pelas Centrais Sindicais, a fim de cobrar dos candidatos compromissos com a classe trabalhadora".

     Johann também participou no Espaço do Trabalho das discussões sobre temas de interesse do sindicato. No painel "Trabalho Decente, Democracia e Desenvolvimento", o professor da Universidade Federal do Paraná, Sandro Lunardi, defendeu que não existe democracia sem democracia no ambiente de trabalho, liberdade de negociação e respeito ao direito de greve. Ao mesmo tempo, o especialista afirmou que inexiste uma legislação que faça a criminalização dos patrões quando praticam atos antissindicais. “Portanto é fundamental que a classe trabalhadora estabeleça uma agenda de criminalização de atos antissindical, pois não é mais possível conviver com a ausência de liberdade sindical nos locais de trabalho”.

     Segundo o professor, alguns elementos são fundamentais para que os trabalhadores possam ter reconhecida a liberdade, entre eles, a regulamentação do artigo 11 da constituição federal, que estabelece a organização do local do trabalho. Também sejam observados os direitos dos trabalhadores exercitarem a greve sem qualquer intervenção judicial e, especialmente, terem direito de organizarem as suas atividades sindicais, podendo fazer as negociações coletivas e estabelecendo as suas contribuições legitimamente decidida nas assembleias.

    O dirigente da CGIL da Itália, Sérgio Bassoli, definiu a liberdade sindical como pilar fundamental de uma democracia. “Precisamos enfrentar o neoliberalismo e o poder das multinacionais, e a solução é a unidade das centrais sindicais em nível global”.

Uma das questões que o SENALBA/RS provocou os especialistas foi sobre a ampliação da faixa de cobrança do Imposto de Renda dos trabalhadores assalariados. Com a correção feita a baixos índices inflacionários, aumentou o número de trabalhadores que passaram a contribuir. Para o Presidente Johann, essa maneira de conduzir a questão tributária mostra a voracidade do Governo em arrecadar, retirando poder de compra do salário do trabalhador e influenciando na diminuição da qualidade de vida.

A visão foi compartilhada pelo economista e Presidente da Fundação Perseu Abramo, Márcio Pochmann. Durante palestra na Câmara de Vereadores, ele disse que o Brasil melhorou com as políticas de distribuição de renda e elevação do salário mínimo, mas na política da arrecadação, o Governo é forte para arrecadar recursos dos pobres e não dos ricos. " A estrutura da tributação mostra que os impostos diretos não são os mais adequados. Desde a década de 90, as empresas estão saindo da tributação do Imposto de Renda e os trabalhadores estão cada vez mais penalizados".

Ele ressalta que a tabela já foi melhor aplicada. No Regime Militar havia mais faixas, com alíquotas mais moderadas sobre os trabalhadores. "Precisamos de uma reforma que promova as mudanças para envolver as maiores rendas e não as menores rendas". Esse item precisa ser colocado no contexto de uma reforma tributária mais ampla que não seja tão voraz sobre o trabalhador, e que aumente a tributação sobre os ricos e suavize a carga sobre os mais pobres, afirmou.

Essa análise ainda não considera os impostos indiretos. Quem ganha até dois salários mínimos no Brasil, transfere um salário mínimo para o tesouro, na forma de impostos. Mas, quem recebe trinta salários mínimos não chega a comprometer 20% em impostos. "É uma equação descabida", concluiu.

FSM2

 

Presidente Johann com Vereador Janta e presidente da Força Sindical

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Concentração para a Marcha de Abertura do Fórum Social

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Momento de manifestação de lideranças sindicais

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Defesa do Trabalho Decente

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Momento da Marcha na Av. Borges de Medeiros

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Presidente Johann com Márcio Porchmann, Emília Fernandes e Secretário

Estadual do Esporte

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Participação do Espaço do Trabalho

 

Camara

 

Presidente Johann acompanhou os debates na Câmara de Vereadores

      A questão das mudanças climáticas no planeta centralizaram as atenções no primeiro dia de debates do Fórum Mundial Temático. A Câmara Municipal sediou na tarde desta quarta-feira(22 de janeiro) a reunião dos movimentos sociais rumo a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU – COP 20, que será realizada em dezembro/2-14, em Lima, no Peru. A Conferência será realizada às vésperas da assinatura do novo acordo climático global a ser firmado em 2015, em Paris, com novas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa para todos os países.

        As mudanças se agravaram nos últimos anos. Segundo o Superintendente de Gestão Ambiental da Itaipú Binacional, Jair Kotz, em São Paulo, a diferença de temperatura chega a atingir seis graus entre bairros de periferia e a região central da capital paulista. No Peru, por exemplo, ocorreu uma redução de 40% de suas geleiras nos últimos anos, o que impede a produção agrícola e põe em risco o abastecimento da população.

   Kotz afirmou que a questão ambiental deve ser uma política de governança a ser compartilhada entre governos, empresariado e sociedade. " As mudanças climáticas revelam uma interferência do homem na natureza. Por isso, a transformação do quadro atual também deve ser preocupação de todos. O líder do movimento social peruano Construyendo Puentes, Over Carrasco, afirmou que ocorreu um retrocesso mundial nos últimos anos nas negociações sobre as emissões de gases que provocam o efeito estufa. "Em cada país, o povo deve buscar acordos com os governos para definir políticas públicas direcionadas para mudanças nessa questão". Ele defende uma mobilização global para pressionar a adoção de acordos mais objetivos.

      O Presidente do SENALBA/RS. Antônio Johann, acompanhou a reunião. Ele salienta que chegou o momento da sociedade se mobilizar na defesa de uma nova postura mundial, especialmente, exigindo dos países que mais contribuem com a emissão de gases para que reduzam essas taxas. "O risco é para todos. Por isso, a solução deve ser compartilhada por todos".

FIERGS

Reunião de negociação realizada na sede do Sistema FIERGS

        Dirigentes do SENALBA/RS participaram na tarde desta quarta-feira(15 de janeiro), na sede da Federação das Indústrias de uma rodada de negociação sobre reajustamento salarial dos empregados das entidades do sistema industrial do Estado.  Também participaram da reunião dirigentes dos SENALBAS de Santo Ângelo, Cruz Alta e Caxias do Sul. A negociação tratou do reajuste para os empregados da SESI, SENAI FIERGS, CIERGS e Instituto Euvaldo Lodi.          A proposta do Acordo Coletivo havia sido entregue para as entidades empregadoras ainda no mês de dezembro.

Diversos itens da pauta de reivindicações foram atendidos. Entre esses pontos está a ampliação do período de concessão do auxílio creche de 48 para 54 meses.  Também foi aceito o pedido de aumento de dois para três dias de ausência justificada para acompanhamento em caso de hospitalização de cônjuge ou  filho de até doze anos. O SENALBA/RS também garantiu na negociação o aumento no valor do  Vale Refeição de R$ 14,50 para R$ 15,50. O piso salarial da categoria foi fixado na negociação em R$ 943,00.

         Após uma análise detalhada feita pelos dirigentes sindicais e das entidades patronais sobre a composição do item de reajuste salarial reivindicado, uma nova rodada de negociação foi acertada para o dia 22 de janeiro. O Presidente do SENALBA/RS, Antônio Johann, disse que as garantias obtidas até agora representam avanços importantes, mas  espera que além da reposição da inflação dos últimos doze meses as entidades empregadoras tenham sensibilidade para conceder percentuais de ganho real como propõe a pauta de reivindicações.

  



ATENÇÃO!

O SENALBA/RS estará em férias coletivas de 22 de dezembro a 4 de janeiro, retornando as suas atividades normais em 05 de janeiro de 2015. Programe-se!