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Informativos



SENALBA/RS
Sindicato dos Empregados em
Entidades Culturais, Recreativas,
de Assistência Social, de Orientação e
Formação Profissional no
Estado do Rio Grande do Sul
Av. Dr. Carlos Barbosa, 608
Bairro Azenha - Porto Alegre/RS
Brasil - CEP 90880-000

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O SENALBA/RS é o Sindicato dos Empregados em Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social, de Orientação e Formação Profissional no Estado do Rio Grande do Sul. Um Sindicato com fundamento na democracia, na dignidade humana, nos valores sociais do trabalho, na pluralidade politica, de credo e legitimidade da ordem jurídica, para fins de representação legal - ativa e passiva -inclusive como substituto processual dos integrantes da categoria profissional, proteção, coordenação e estudo dos interesses individuais e coletivos da categoria profissional, bem como na busca da justiça e da paz social, colaboração com os poderes públicos e as demais associações classistas no sentido da solidariedade profissional e de sua subordinação aos legítimos interesses nacionais.

O SENALBA/RS está participando das mobilizações para o Dia Nacional de Luta agendado pelas Centrais Sindicais para o dia 11 de julho. Haverá paralisações e greve em todo o país para exigir que o governo e o Congresso Nacional  coloquem em prática as reivindicações da classe trabalhadora por um Brasil melhor, com desenvolvimento, distribuição de renda, cidadania e justiça social. Segundo o Presidente Antônio Johann, dirigentes sindicais, trabalhadores de diversas categorias filiadas às centrais e movimentos sociais estarão nos locais de trabalho e de grande concentração pública fazendo manifestações, protestos, paralisações e greves de forma ordeira, unificada, organizada e consciente.

Ele destaca que o Dia Nacional de Luta é orientado pela Pauta Trabalhista, que há muito tempo reivindica o fim do Fator Previdenciário, Jornada de trabalho de 40 horas semanais, reajuste digno para aposentados, mais investimentos em saúde e educação, transporte público de qualidade, extinção do projeto que amplia a terceirização, Reforma Agrária e o fim dos leilões do petróleo. Estas medidas foram aprovadas na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, realizada no estádio do Pacaembu/SP, em 2010, e reafirmada às autoridades federais na 7ª Marcha em Brasília, no mês de março deste ano com a participação de mais de 50 mil trabalhadores.

O dirigente sindical salienta que no momento em que o país vive em período importante de reivindicação de mais direitos, inclusão social, cidadania, melhorias urbanas e mais qualidade de vida, é fundamental que a classe trabalhadora defenda os temas de seu interesse, com manifestações em todos os Estados. “Nosso objetivo é que haja diálogo concreto do governo com o povo e a sociedade organizada, para valorização do setor produtivo, do emprego e dos trabalhadores”.

O SENALBA/RS informa duas alterações

nos horários de expediente.

No dia 1º de julho, segunda-feira,

o expediente será normal até às 16h,

para todos os serviços do sindicato.

No dia 11 de julho, quinta-feira,

não haverá expediente no SENALBA/RS,

em razão da Greve Nacional

convocada pelas Centrais Sindicais.

 

Pela primeira vez, em quase cem anos de história da Organização Internacional do Trabalho(OIT), os delegados de uma convenção mundial representando governos, trabalhadores e empresários chegaram a uma visão comum sobre a adoção de princípios orientadores de uma transição para a chamada economia verde. Este conceito orienta-se pela sustentabilidade. Ou seja, o crescimento econômico não pode afetar as condições de vida e desenvolvimento da futuras gerações.

A adoção de uma postura de defesa da ecologia tem um potencial muito forte de desenvolvimento e criação de empregos verdes, contribuindo inclusive para a erradicação da pobreza e com inclusão social. Esta foi a  manifestação do Diretor Geral da OIT, Guy Ryder. Ele acrescentou que é decisivo para o futuro do mundo e do planeta essa posição comum. No entanto, “agora precisamos traduzir esse acordo em ações concretas que podem ser construídas através do diálogo social”.

O Vice-Presidente do Grupo de Trabalhadores da Argentina, Gerardo Martinez disse que devido a dimensão da crise ambiental, e do emprego, essa mudança de postura não é uma opção, mas uma necessidade. Este é um tema que vai ocupar todas as lideranças mundiais na discussão e implemetação da Agenda Pos-2015. Os debates da convenção da OIT apontaram que para que essas medidas sejam viabilizadas será necessário estimular a reciclagem, a agricultura ecológica, a revisão das políticas industriais e o apoio às pequenas e médias empresas.

Agrega-se a esse contexto a preocupação com o envelhecimento da população mundial que desafia governos e sociedades. Em 2050, haverá somente quatro pessoas em idade de trabalho para cada idoso acima de 65 anos, enquanto em 2000 eram nove. Por isso, proteção social e desenvolvimento econômico continuam sendo uma equação desafiadora para os governantes. “Se não procuramos trabalho para as pessoas agora, nos encontraremos numa posição muito pior em 2050”, sentenciou a Vice-Presidente dos Empresários da África do Sul, Tanya Cohen.

Um dos aspectos positivos desta conferência foi a constatação do avanço do trabalho decente nos últimos anos. Nesse ítem, houve destaque para o Brasil com o reconhecimento e a formalização do trabalho doméstico, a partir da recente aprovação de uma legislação sobre o tema. Em 2010, o número de trabalhadores domésticos no mundo chegou a 52,6 milhões de pessoas, enquanto eram 33 milhões em 1995. Ryder disse que em todo o mundo os trabalhadores domésticos estão submetidos às piores condições de trabalho e excluídos de qualquer proteção social. Por isso, é importante adotar medidas de trabalho decente à essa população.

BRASIL - O Ministro do Trabalho e Emprego do Brasil, Manoel Dias, disse em seu discurso na OIT que o país está comprometido com a construção do trabalho decente, de empregos verdes e de diálogo social para o desenvolvimento sustentável. Segundo o ministro, os países em desenvolvimento são as forças que movem o crescimento global e que garantem a manutenção e a geração de novos empregos. “Os países que compõem o Mercosul vem se esforçando em promover avanços para a inclusão produtiva e social de seus trabalhadores e que garantam e ampliem seus direitos sociais e trabalhistas”, afirmou Dias.

Em seu discurso, o ministro ratificou o protagonismo do Brasil na execução das políticas públicas de transferência de renda e de combate à fome e à pobreza, “que inclui 36 milhões de brasileiros saídos da situação de extrema pobreza, 40 milhões que tiveram acesso à classe média e a geração de 4 milhões de novos empregos com carteira assinada, nos dois últimos anos”. Segundo ele, a aprovação da Emenda Constitucional nº 72 , que estende aos trabalhadores domésticos os direitos dos demais trabalhadores, foi um esforço conjunto do governo brasileiro, dos ministérios, do Congresso Nacional e das Centrais Sindicais, em sintonia com a sociedade civil organizada. “Mesmo com as atuais conquistas, o Brasil precisa avançar mais e que é necessário inaugurar a Política Nacional de Emprego e Trabalho Decente como política de estado”, declarou o ministro.
Manoel Dias lembrou a importância do apoio da OIT na promoção do trabalho decente na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016 que serão realizadas no Brasil. “Os eventos são um desafio ímpar de promoção do trabalho decente e a cooperação da OIT é de fundamental importância na perspectiva de mútua parceria e  exercício de boas práticas”. O Presidente do SENALBA/RS, Antônio Johann acompanhou a presença do Ministro Dias na Conferência Mundial. Eles discutiram as medidas que o país pode adotar, a fim de consolidar a adoção do trabalho decente. Ao lado do Ministro, Johann acompanhou algumas das palestras e dos debates da Convenção Internacional.



O Presidente do SENALBA/RS, Antônio Johann, participa desde a última quarta-feira, em Genebra/Suíça, da 102ª. Conferência Internacional do Trabalho. Ele integra a delegação que representa os trabalhadores do Brasil. Nesta reunião, trabalhadores, empresários e governos discutem as tendências do mercado de trabalho no mundo, a adoção do trabalho decente e o estímulo aos chamados empregos verdes, aqueles ligados à sustentabilidade econômica e ambiental.

O Diretor Geral da Organização Internacional do Trabalho, Gui Ryder, afirmou que o mundo do trabalho está submetido a transformação mais rápida e profunda da história, devido às mudanças demográficas e tecnológicas, da crescente desigualdade, da persistência da pobreza e da lenta recuperação econômica das nações desenvolvidas. Na sua palestra de abertura, Ryder disse que esse contexto provoca sérias dúvidas sobre a possibilidade de alcançar o trabalho decente para todos.  “A pergunta que todos se fazem e que alarma o mundo é: de onde vêm os empregos? A interrogação provoca uma preocupação crescente com a situação da juventude”.

Sobre a questão dos empregos verdes, Ryder afirmou que a OIT e as organizações que atuam no mercado de trabalho – governos, empresários e trabalhadores -  devem empreender esforços para garantir o futuro do planeta. “Os sistemas de produção e consumo são determinantes para a sustentabilidade do planeta. Por isso, o mundo do trabalho terá de conciliar o seu futuro com o futuro do planeta, para não colocar em risco a vida e a prosperidade do mundo”.

O Presidente Johann salientou que os debates de alto nível da conferência proporcionam a clareza sobre as tendências e o futuro do mercado de trabalho. Numa das discussões, o vice-presidente da Organização Internacional dos Empregadores, Funes de Rioja, defendeu a importância do setor privado para a recuperação econômica dos países da Europa. “A retomada do crescimento depende do setor privado”.  Ele afirmou que ocorrem grandes mudanças no mundo do trabalho. “Não existe mais o emprego para toda a vida. Esta nova realidade precisa ser enfrentada. A rigidez não protege os trabalhadores. Quanto mais compreendermos este contexto, mais exitoso seremos em reconstruir o futuro dos trabalhadores”.  A conferência prossegue até o dia 20 de junho.

 





 

          Cerca de trezentos sindicalistas de todo o Estado participaram, nesta sexta-feira, do 7º Congresso Estadual da Força Sindical. O evento foi realizado no Ginásio de Esportes do SINDEC, no bairro Ipanema, Zona Sul da Capital. O evento debateu as teses que serão levadas ao Congresso Nacional da Força Sindical, que será realizado no mês de julho, em Praia Grande/SP. Vários diretores do SENALBA-RS participaram do evento desta sexta-feira.

            Os debates trataram das novas normas do Ministério do Trabalho, a conjuntura política e econômica do país e a conjuntura internacional e trabalho decente. O assessor técnico da Força Sindical Nacional, João Guilherme, disse que uma das grandes vitórias dos últimos anos foi a política de ganho real dos salários. “O esforço conjunto das centrais sindicais garantiu uma política de reajustamento, que invariavelmente assegura grandes vantagens aos trabalhadores”.

            Guilherme aponta que outro aspecto positivo do cenário nacional é a unidade da ação do movimento sindical. “Uma plataforma comum dá mais chance de vitória no campo político. Esta unidade é vital para manter a vigilância no debate político nacional, para enfrentar os setores que não querem o desenvolvimento e não valorizam a participação dos trabalhadores no crescimento do país”.

           O congresso estadual deliberou diversas questões que serão levadas ao Congresso Nacional, entre elas a manutenção da CLT, a continuidade da contribuição sindical e repúdio à ação do Ministério Público do Trabalho. O órgão está interferindo nos estatutos das entidades sindicais e desrespeitando as deliberações dos trabalhadores em assembleias sindicais de contribuírem com as suas organizações.

            Durante o Congresso foi eleita a direção da Força Sindical do Rio Grande do Sul. Cláudio Janta foi reconduzido à presidência. O SENALBA terá sete membros na direção estadual. Antônio Johann foi eleito como Diretor para Assuntos do Mercosul e Rômolo José Gobbato foi eleito como Tesoureiro da entidade. Também integram a direção estadual da Força sindical: Alceu Hoffmann, Adelar Oliveira, Marciano Alves Dias, Marco Antônio Hochscheit e Ruben Léo Hann.