Get Adobe Flash player

Informativos



SENALBA/RS
Sindicato dos Empregados em
Entidades Culturais, Recreativas,
de Assistência Social, de Orientação e
Formação Profissional no
Estado do Rio Grande do Sul
Av. Dr. Carlos Barbosa, 608
Bairro Azenha - Porto Alegre/RS
Brasil - CEP 90880-000

ATENÇÃO PARA OS NOVOS NÚMEROS
Secretaria: (51) 3275.3800 
Agend. Médico/Odonto: (51) 3275.3820
Cooperativa: (51) 3275.3826
Fax: (51) 3275.3815

Atendimento das 08:30 às 12:00
e das 13:00 às 17:30
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

A situação de câmbio valorizado, juros altos e guerra fiscal interna, favorecendo as importações, foram uma constante nos últimos anos, afetando a atividade industrial. A consequência imediata deste quadro é a redução persistente no número de vagas de emprego. O declínio da indústria coloca o Brasil numa situação vulnerável e perigosa no âmbito da competitividade mundial. Outro agravante é que a redução da atividade industrial brasileira, provoca uma drástica diminuição da capacidade de consumo dos trabalhadores.

largoDiante deste contexto, empresário e trabalhadores estão realizando um GRITO DE ALERTA em defesa da produção e do emprego. Em conjunto com suas entidades representativas realizam na próxima segunda-feira, dia 26 de março uma grande mobilização no Centro da Capital. A concentração inicia às 14h, no Largo Glênio Peres. A caminhada segue até a Praça da Matriz. Uma comissão do movimento será recebida pelo Governador Tarso Genro, para entrega de um manifesto e de uma pauta de reivindicações.

O SENALBA/RS está participando do movimento porque se trata de uma causa de defesa do emprego e da dignidade dos trabalhadores, afirmou o Diretor de Divulgação do Sindicato, Ricardo Romera. O Presidente do SENALBA/RS, Antônio Johann, analisou o contexto. Ele afirmou que “O Brasil precisa construir sua história social e cultural, mas, para isso, deve defender suas indústrias, tecnologia e emprego”.

Elton Bozzeto – Rp 10.417

pautaNo dia 19 de março, os presidentes dos SENALBAS do Rio Grande do Sul receberam do Secretário Executivo do SECRASO, Wilson Moreira, a contraproposta dos empregadores extraída da assembleia geral das entidades realizada no dia 15 de março. Na pauta de reivindicações dos SENALBAS, entregue ao sindicato patronal, a solicitação para reajustamento salarial era de reposição da inflação do período mais 5% de aumento real.

A contraproposta apresentada pelo SECRASO foi de 100% da inflação medida pelo INPC/IBGE, acrescida de 1% de aumento real, manutenção da grande maioria das cláusulas pré-existentes e aperfeiçoamento de outras.

pauta02O Presidente do SENABA/RS, Antônio Johann, informou ao final da reunião, que a contraproposta será submetida à categoria em assembleias gerais, que serão realizadas na primeira quinzena de abril, considerando que a data base é 1º. de abril, a partir da qual deverão vigorar as novas determinações.

Os acidentes de trabalho não podem continuar sendo explicados como fatalidade, devendo ser tratados como resultado de falhas de gestão dos processos produtivos, na maioria das vezes evitáveis por meio da prevenção. O ponto de vista foi reiterado por sindicalistas que participaram de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) que debateu, nesta quinta-feira (15), os acidentes de trabalho e a saúde do trabalhador.

 
– É uma situação de calamidade: são quase três mil mortos por ano. A cada hora morre um trabalhador e isso não pode ser assimilado como um fato natural – criticou Luiz Carlos Prates, da central sindical Conlutas.

 
Apesar de elogiarem o comparecimento de representante do grupo Marfrig para esclarecer as circunstâncias da recente morte de quatro empregados, em decorrência de vazamento de gás em curtume do grupo, os sindicalistas consideraram a explicação insuficiente. Clever Pirola Ávila, diretor de tecnologia e sustentabilidade da Marfrig, classificou o incidente exatamente como uma fatalidade.

 
Para Luiz Carlos de Oliveira, da Força Sindical, toda atividade envolve alguma margem de perigo e nunca devem ser poupados esforços para mapear os riscos e garantir segurança.

 
– Algumas áreas de atividades necessitam de jornadas reduzidas, mas as empresas resistem, alegando que terão prejuízos – disse o representante da Força, citando o trabalho em câmaras frigoríficas, sob baixas temperaturas.


Subnotificação
 
Dary Beck Filho, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), afirmou que a sociedade em geral mostra pouco interesse pelo tema e que isso contribui para que os acidentes sejam considerados algo natural. Ele também observou que os acidentes de trabalhos são subnotificados, ficando de fora especialmente os registros envolvendo trabalhadores na informalidade, com os motoboys, que entram nas estatísticas como vítimas de acidentes de trânsito.

 
– É uma guerra. Em algumas guerras morre até menos gente do que por acidente de trabalho no país, sem contar os casos de invalidez – comentou Beck.

 
O representante da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Adir de Souza, criticou a reduzida atenção do governo em prevenção de acidentes, inclusive campanhas. Observou que, para o combate a dengue, causa da morte de 370 pessoas no ano passado, o governo investiu R$ 1,8 bilhão, soma muito superior à aplicada em prevenção de acidentes de trabalho.

 
– Vi cartaz falando da dengue até em São Joaquim, em Santa Catarina. Com todo aquele frio lá não vai ter dengue – comentou.

 
Representando a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação (Contac), Vanderlei Sartori aproveitou para denunciar demissões de dirigentes sindicais que, de forma ativa, denunciam as condições de precariedade e os riscos envolvidos nas atividades repetitivas nesse ramo industrial.

 
Segundo ele, a situação se agravou a partir de decisões judiciais que limitam o número de dirigentes cobertos pela cláusula de estabilidade em cada sindicato.

 
– Houve um grande retrocesso. Para defender o trabalhador, o dirigente necessita de alguma garantia – afirmou Sartori.

 
Participou ainda da audiência Paulo Rogério Albuquerque de Oliveira, da Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho, que envolve os ministérios do Trabalho, da Saúde e da Previdência Social. Ele ratificou que a prevenção de acidentes e a qualidade do ambiente do trabalho são primordialmente questão de gestão, e não de medicina.

 
Seminário nacional

 
A audiência foi sugerida pelo presidente da comissão, senador Paulo Paim (PT-RS), que coordenou os trabalhos. Ao fim, ele informou que a CDH, em parceria com entidades sindicais, planejam para abril a realização de um seminário em âmbito nacional para discutir a saúde e os acidentes de trabalho no Brasil.

 
O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) propôs que a CDH encaminhe oficio à Seara, em Santa Catarina, recomendando providências para a garantia dos direitos da funcionária Zeli Pereira Machado, que teve a mão decepada no desempenho de suas funções.

Fonte: Senado Federal

O SENALBA/RS está integrando uma mobilização com diversos setores da sociedade gaúcha em defesa da manutenção da capacidade industrial e da força geradora de emprego. Na última terça-feira, o Diretor de Divulgação, Ricardo Romera, participou na sede da Federação das Indústrias de reunião da organização para a Mobilização contra a Desindustrialização. A iniciativa capitaneada pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos-ABIMAQ integra sindicatos patronais e trabalhadores, associações e classe e empresário e FIERGS.

ROMERAConforme Romera, o ingresso de produtos estrangeiros no país de forma indiscriminada e sem regularização tributária está provocando uma concorrência desleal com a indústria brasileira e arrefecimento da capacidade de produção, além da perda de competitividade e desestabilização da massa salarial. “Nossa participação nesta iniciativa está associada à defesa da indústria brasileira e do emprego, que movimentam a economia do país e dão garantias à classe trabalhadora”.

Além do Rio Grande do Sul, outros estados estão integrados nesse movimento nacional. Em Porto Alegre, a grande mobilização será realizada no dia 26 de março. A concentração inicia às 13h, no Largo Glênio Peres, seguido de caminhada até a Praça da Matriz. Às 16h30 está agendada uma audiência com o Governador do Estado, que receberá um documento com a pauta defendida pela organização. Já estão agendadas manifestações em outras unidades da federação: 28/03 - Santa Catarina, 03/04 – Paraná, 04/04 - São Paulo e 10/05 - Distrito Federal.

O SENALBA/RS foi o primeiro sindicato de trabalhadores do Brasil a conquistar a certificação da ISO 9001. Isso representa qualidade de atendimento jurídico aos sindicalizados e associados. Agora, o sindicato está realizando o processo de análise para manutenção deste certificado. No dia 7 de março, a equipe de especialistas da Qualitá Brasil, empresa operadora de certificação, realizou reunião com representantes do SENALBA, na sede do sindicato.

No encontro, eles realizaram o procedimento denominado de Análise Crítica da Direção. Essa etapa consiste em realizar uma verificação dos procedimentos adotados e o desempenho dos processos internos. A diretora da Qualitá Brasil, Viviane Guertzensteie, explica que além de conferir as medidas internas, foi realizada uma verificação do grau de satisfação dos associados e usuários no quesito do atendimento jurídico.

 

iso marco 2012

A Coordenadora de Qualidade do SENALBA/RS, Paloma Chichurra, disse que os dados se mantém atualizados mensalmente, revelando que há um controle sobre a qualidade de atendimento. “Os indicadores estão revelando satisfação dos usuários. Isto indica que o Sistema de Gestão de Qualidade mantém um excelente funcionamento. O sistema de qualidade foi assimilado e incorporado nas ações do SENALBA, fator que tem contribuição decisiva na melhoria do atendimento ao público”.

A certificação foi conferida pelo período de três anos. No entanto, a cada ano é necessário realizar uma avaliação para a manutenção do certificado. Essa verificação foi realizada sobre os relatórios de dados do segundo semestre de 2011. No dia 2 de abril, essa fase será concluída com a realização de uma auditoria interna. Viviane salienta que este é um requisito obrigatório para manutenção da certificação. Além da Coordenadora de Qualidade do SENALBA, participaram da reunião o representante da direção, Ricardo Romera, e o Secretário Executivo, Paulo Renato Strauch.

 

Elton Bozzetto – Rp 10.417